ECONOMIA
Revolut afirma que nenhum grupo fez contato direto após vazamento de dados
A fintech Revolut informou que nenhum indivíduo ou grupo fez contato direto ou apresentou exigências quase uma semana depois de…

A fintech Revolut informou que nenhum indivíduo ou grupo fez contato direto ou apresentou exigências quase uma semana depois de a fintech relatar um golpe envolvendo um terceiro não autorizado, que expôs informações confidenciais de alguns clientes. Um porta-voz da empresa sediada em Londres comentou o caso nesta quinta-feira (17), em resposta a uma reportagem do Financial Times que detalhava um ultimato público no site de hackers que alegavam ser os responsáveis pelo vazamento de dados. O grupo exigia um resgate de US$ 3 milhões em até 24 horas, sob pena de vender as informações confidenciais caso o pagamento não fosse efetuado. A empresa em rápido crescimento, avaliada em US$ 115 bilhões em julho, informou em 12 de setembro que dados de um “número limitado” de clientes foram afetados pela violação — estima-se que cerca de 680 contas tenham sido atingidas. Assim que detectou o golpe, a Revolut afirmou ter bloqueado o endereço — um domínio de e-mail governamental legítimo — e alertado as autoridades competentes, incluindo as forças de segurança. A Revolut também declarou que seus sistemas e os fundos dos clientes não foram afetados pelo que classificou como “um golpe sofisticado de falsa identidade externa” e que ofereceu suporte aos clientes impactados pela violação. A fintech possui mais de 80 milhões de clientes em todo o mundo e tem como meta atingir a marca de 100 milhões. No início de setembro, a empresa recebeu aprovação condicional para operar como banco nacional nos EUA, mercado que considera estratégico.
Pontos-chave
- A fintech Revolut informou que nenhum indivíduo ou grupo fez contato direto ou apresentou exigências quase uma semana depois de a fintech relatar um golpe envolvendo um terceiro não autorizado, que expôs informações confidenciais de alguns clientes.
- Um porta-voz da empresa sediada em Londres comentou o caso nesta quinta-feira (17), em resposta a uma reportagem do Financial Times que detalhava um ultimato público no site de hackers que alegavam ser os responsáveis pelo vazamento de dados.
- O grupo exigia um resgate de US$ 3 milhões em até 24 horas, sob pena de vender as informações confidenciais caso o pagamento não fosse efetuado.
- A empresa em rápido crescimento, avaliada em US$ 115 bilhões em julho, informou em 12 de setembro que dados de um "número limitado" de clientes foram afetados pela violação — estima-se que cerca de 680 contas tenham sido atingidas.
Síntese
Em síntese, “Revolut afirma que nenhum grupo fez contato direto após vazamento de dados” reúne os seguintes desdobramentos: Assim que detectou o golpe, a Revolut afirmou ter bloqueado o endereço — um domínio de e-mail governamental legítimo — e alertado as autoridades competentes, incluindo as forças de segurança. A Revolut também declarou que seus sistemas e os fundos dos clientes não foram afetados pelo que classificou como "um golpe sofisticado de falsa identidade externa" e que ofereceu suporte aos clientes impactados pela violação. A fintech possui mais de 80 milhões de clientes em todo o mundo e tem como meta atingir a marca de 100 milhões. No início de setembro, a empresa recebeu aprovação condicional para operar como banco nacional nos EUA, mercado que considera estratégico.
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Perguntas frequentes
Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.
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