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Quinta maior tesouraria pública, Strive chega a 27.462 BTC

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A Strive comprou 1.107 BTC entre 21 e 25 de setembro por aproximadamente US$ 94,5 milhões, segundo Form 8-K apresentado à Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos). O lote elevou as reservas da gestora de ativos sediada em Dallas para 27.462 BTC, avaliadas em cerca de US$ 2,3 bilhões com base no fechamento de sexta-feira em US$ 83.943 (cerca de R$ 453.292).

Strive amplia reserva de Bitcoin para 27.462 BTC

O preço médio pago pela Strive foi de US$ 85.396 por Bitcoin (aproximadamente R$ 461.140), já incluindo taxas de transação, conforme o documento protocolado na SEC. A compra mais recente foi menor que a da semana anterior, quando a companhia havia adicionado 1.355 BTC, segundo suas próprias divulgações prévias.

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Representação física do Bitcoin.

Com o novo total, a Strive segue como a quinta maior detentora pública de Bitcoin, atrás de Strategy, Twenty One Capital, Metaplanet e MARA, de acordo com dados de Bitcoin Treasuries citados na divulgação. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil ao cobrir o crescimento das reservas da Strive para 26.355 BTC, a empresa registrou uma sequência recente de compras semanais.

SATA financia a maior parte da captação

O CEO Matt Cole confirmou que exercícios de warrants geraram mais US$ 12,4 milhões (cerca de R$ 66,96 milhões) na semana. Em publicação no X, ele afirmou: “Warrant exercises generated another $12.4M. Including those proceeds, 85% of total capital raised came from SATA.”

A SATA é a ação preferencial perpétua de taxa variável da Strive, que paga dividendos e permite à empresa captar recursos com menor diluição para os acionistas ordinários. A quantidade de ações SATA em circulação subiu cerca de 1 milhão na semana, para 12,2 milhões – o que, a US$ 100 de valor declarado por ação, equivale a um valor nocional aproximado de US$ 1,22 bilhão (cerca de R$ 6,59 bilhões). O caixa da companhia também cresceu US$ 19,2 milhões (aproximadamente R$ 103,68 milhões), para US$ 248,8 milhões (cerca de R$ 1,34 bilhão).

O que a nova compra representa para a Strive

Para alcançar as 43.514 BTC da Twenty One Capital até o fim do ano, a Strive precisaria adicionar cerca de 16.050 BTC, o que equivale a aproximadamente 1.235 BTC por semana – ritmo próximo, mas ligeiramente acima, do volume adquirido na última rodada. No início de setembro, a empresa comprou 469 BTC financiados integralmente por ações preferenciais, elevando a reserva para um total redondo de 25.000 BTC, enquanto uma compra anterior de US$ 109 milhões (cerca de R$ 588,6 milhões) foi dividida entre 70% via SATA e 30% via ações ordinárias.

A fonte não indica mudança de estratégia por trás do lote menor desta semana, apenas o registro contábil da variação. Outras tesourarias corporativas também divulgaram compras na mesma segunda-feira: como abordamos ao analisar a expansão recente da tesouraria da Strategy, a companhia de Michael Saylor adicionou 1.665 BTC por US$ 142,7 milhões, elevando seu total a um recorde de 847.666 BTC.

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Fonte: CriptoFácil

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “Quinta maior tesouraria pública, Strive chega a 27.462 BTC”?
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O que a matéria explica sobre “Strive amplia reserva de Bitcoin para 27.462 BTC”?
O preço médio pago pela Strive foi de US$ 85.396 por Bitcoin (aproximadamente R$ 461.140), já incluindo taxas de transação, conforme o documento protocolado na SEC. A compra mais recente foi menor que a da semana anterior, quando a companhia havia adicionado…
O que a matéria explica sobre “SATA financia a maior parte da captação”?
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O que a matéria explica sobre “O que a nova compra representa para a Strive”?
Para alcançar as 43.514 BTC da Twenty One Capital até o fim do ano, a Strive precisaria adicionar cerca de 16.050 BTC, o que equivale a aproximadamente 1.235 BTC por semana – ritmo próximo, mas ligeiramente acima, do volume adquirido na última…
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Pedro Han

Pedro Han

Pedro Han integra a equipe editorial do Estrato Tech, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Cibersegurança. O escopo permanente de cobertura inclui privacidade e riscos, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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