INTERNACIONAL

Petróleo tem queda, mas fica longe das mínimas com novas tensões na Ucrânia

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira (26), mas longe das mínimas do dia, em meio à…

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira (26), mas longe das mínimas do dia, em meio à notícia de que a Rússia planeja intensificar sua atuação militar contra a Ucrânia, o que poderia representar mais uma disrupção na oferta global de energia. Por outro lado, ainda há certo otimismo entre os investidores de que o conflito entre os Estados Unidos e o Irã não deve escalar e de que o Estreito de Ormuz possa ser reaberto em breve.

No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em outubro teve queda de 0,84%, cotado a US$ 87,84 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI (referência americana) com entrega prevista para o mesmo mês caiu 0,16%, a US$ 82,23 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A agência de notícias Bloomberg informou nesta quarta-feira que a Rússia estaria se preparando para intensificar os ataques contra a Ucrânia, depois de concluir que as negociações para um acordo de paz chegaram a um impasse, o que levou os contratos futuros do petróleo a reduzirem as perdas e a operarem brevemente em alta durante o pregão.

Ainda assim, os preços do petróleo terminaram o dia em queda nesta quarta, em meio a sinais de avanços nas negociações para reabrir o Estreito de Ormuz e a relatos de navios cruzando a rota marítima. Segundo uma declaração conjunta do Irã e de Omã, ambos os países estariam discutindo um possível acordo para retomar o tráfego de embarcações na região. Ontem, houve relatos de que os Estados Unidos e o Irã teriam chegado a um acordo de cessar-fogo, mas isso não foi confirmado por nenhum dos lados.

Óleo é bombeado para um petroleiro no terminal do Porto de Ust-Luga, na Rússia
Alexander Demianchk/Reuters

Fonte: Valor Econômico

Pontos-chave

  • Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira (26), mas longe das mínimas do dia, em meio à notícia de que a Rússia planeja intensificar sua atuação militar contra a Ucrânia, o que poderia representar mais uma disrupção…
  • Por outro lado, ainda há certo otimismo entre os investidores de que o conflito entre os Estados Unidos e o Irã não deve escalar e de que o Estreito de Ormuz possa ser reaberto em breve.
  • No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em outubro teve queda de 0,84%, cotado a US$ 87,84 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
  • O WTI (referência americana) com entrega prevista para o mesmo mês caiu 0,16%, a US$ 82,23 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Síntese

Em síntese, “Petróleo tem queda, mas fica longe das mínimas com novas tensões na…” reúne os seguintes desdobramentos: A agência de notícias Bloomberg informou nesta quarta-feira que a Rússia estaria se preparando para intensificar os ataques contra a Ucrânia, depois de concluir que as negociações para um acordo de paz chegaram a um impasse, o que levou os contratos futuros do petróleo a reduzirem as perdas e a operarem brevemente em alta durante o pregão. Ainda assim, os preços do petróleo terminaram o dia em queda nesta quarta, em meio a sinais de avanços nas negociações para reabrir o Estreito de Ormuz e a relatos de navios cruzando a rota marítima. Segundo uma declaração conjunta do Irã e de Omã, ambos os países estariam discutindo um possível acordo para retomar o tráfego de embarcações na região. Ontem, houve relatos de que os Estados Unidos e o Irã teriam chegado a um acordo de cessar-fogo, mas isso não foi confirmado por nenhum dos lados. Óleo é bombeado para um petroleiro no terminal do Porto de Ust-Luga, na Rússia Alexander Demianchk/Reuters

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Lucas Vieira

Lucas Vieira

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