CRIPTOMOEDAS

OranjeBTC recompra 4,3 milhões de ações e mantém saldo de 3.950 Bitcoins

A empresa de educação e investimentos OranjeBTC (B3: OBTC3) encerrou uma semana agitada para a sua estratégia de alocação de…

A empresa de educação e investimentos OranjeBTC (B3: OBTC3) encerrou uma semana agitada para a sua estratégia de alocação de capital na bolsa de valores.

Isso porque, a tesouraria da companhia recomprou mais de 4,36 milhões de ações do tipo OBTC3 no período entre o fim de agosto e o começo de setembro.

O investimento total nessas operações chegou a R$ 23,1 milhões em capital da corporação e resultou em um rendimento semanal bruto de 3,12% com o bitcoin. Desta forma, o saldo de reservas estratégicas do caixa atingiu a marca de 3.950 bitcoins sob custódia corporativa.

O movimento da gestão elevou o rendimento bruto acumulado com a moeda digital para 21,26% no balanço de 2026. A equipe diretiva aproveitou um período de queda acentuada nos preços para efetuar compras no mercado secundário e também em blocos privados.

Oportunidade “com desconto” no mercado e compras privadas

Uma operação fora da bolsa resultou na aquisição de 3,86 milhões de ações ao preço negociado de R$ 5,17 por unidade.

A compra ocorreu diretamente com um acionista original para arrematar o lote expressivo sem afetar a cotação no painel público.

Além disso, a direção notou uma redução de participação de um investidor de grande porte na ordem de seis milhões de ações ofertadas.

Esse cenário impulsionou o volume médio diário, que disparou de cerca de 300 mil para até quatro milhões de negociações no período.

A oferta elevada derrubou o preço dos papéis locais exatamente no momento em que a criptomoeda ultrapassou a linha de US$ 81.500 no mercado internacional.

Com isso, os gestores realizaram aportes com desconto sobre o valor de referência e adicionaram mais 500 mil ações via corretoras tradicionais.

Novo programa do conselho e opção pelo bitcoin

O Conselho de Administração da OranjeBTC autorizou o cancelamento de 22 milhões de ações ordinárias e outras três milhões de preferenciais da classe A.

Os membros do colegiado aprovaram de imediato um novo programa com aval para a compra futura de 14 milhões de papéis ordinários e 2,5 milhões de preferenciais.

A companhia avalia de forma constante a escolha entre recomprar as próprias cotas societárias ou adquirir mais saldos de bitcoin no mercado.

Segundo a política interna, as ações consomem o capital de vez, enquanto o bitcoin amplia o tamanho do balanço corporativo.

No momento atual, o desconto exagerado justificou uma postura agressiva nas opções do mercado de ações.

A prioridade central do grupo segue sendo preservar as reservas virtuais enquanto a proporção de frações digitais por cada ativo pertencente aos sócios apresenta crescimento.

Transparência nas dívidas e respostas sobre remuneração

Os executivos optaram por consolidar os indicadores e agora relatam a dívida líquida com as deduções dos investimentos de curto prazo em uma mesma aba do sistema.

O caixa mantido em bitcoin longo prazo permanece de fora desse recorte específico por compor a reserva estratégica.

A companhia atendeu aos pedidos de informação sobre as políticas salariais do alto comando para afastar ruídos.

A remuneração baseia-se em um teto conservador indexado pela cotação do bitcoin e impõe bloqueios contra vendas rápidas de opções por até cinco anos em caso de baixo desempenho.

O modelo busca atrelar a criação de valor para o conselho diretivo ao resultado real entregue aos acionistas ao longo dos anos.

A empresa esclareceu ainda regras contábeis que isentam a corporação da obrigação de resgate imediato de papéis da classe A em posse de terceiros.

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Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Os executivos optaram por consolidar os indicadores e agora relatam a dívida líquida com as deduções dos investimentos de curto prazo em uma mesma aba do sistema. O caixa mantido em bitcoin longo prazo permanece de fora desse recorte específico por compor…
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Thiago Mello

Thiago Mello

Thiago Mello integra a equipe editorial do Estrato Tech, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Infra e cloud. O escopo permanente de cobertura inclui infraestrutura e dados, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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