INTERNACIONAL

Justiça de NY rejeita ação da Uber que acusa advogados de inflarem pedidos de indenização

A Uber sofreu um revés em uma série de ações judiciais que moveu contra advogados especializados em danos pessoais em…

A Uber sofreu um revés em uma série de ações judiciais que moveu contra advogados especializados em danos pessoais em quatro Estados dos EUA, após uma juíza indeferir sua ação contra três escritórios de advocacia em Nova York. A Uber alegou que os escritórios violaram a lei federal contra o crime organizado, conhecida como RICO, acusando-os de conspirar com médicos para mover ações contra a gigante do transporte compartilhado alegações exageradas ou forjadas de lesões na intenção de obter indenizações inflacionadas. A juíza federal Orelia Merchant, do Brooklyn, indeferiu o processo na sexta-feira (14), afirmando que a Uber não conseguiu demonstrar que os escritórios se beneficiaram da associação com os médicos que não extrapolou o âmbito “de acordos comuns de divisão de honorários, indicações de clientes e depoimentos médicos, e não subornos”. Os advogados dos escritórios de advocacia citados como réus na ação — Wingate, Russotti, Shapiro, Moses & Halperin , Banilov & Associates e o Lavelle Law Firm — não responderam imediatamente a pedidos de comentário. Os escritórios já haviam negado as acusações da Uber. Um porta-voz da Uber não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Além de decidir que a empresa não conseguiu alegar de forma plausível eventuais violações da lei RICO, a juíza concluiu que a Uber não conseguiu demonstrar que sofreu qualquer dano, pois, dos cinco casos de danos citados em sua petição, três ainda estão pendentes no tribunal estadual de Nova York. “Ainda não é possível determinar se a Uber prevalecerá nos processos pendentes, nem quais medidas corretivas podem estar à sua disposição para reduzir seus custos, como solicitar o reembolso de despesas ou sanções por meio de ações recíprocas e reconvenções”, afirmou Merchant. A juíza também indeferiu as alegações da Uber no processo contra um grupo de médicos e advogados individuais. O processo é um dos pelo menos quatro que a Uber moveu nos últimos dois anos invocando disposições civis da lei RICO contra advogados em tribunais federais dos EUA. Os autores de ações civis podem ter seus danos triplicados nos termos da lei RICO; a Uber não especificou o valor dos danos em sua petição. Os outros três processos, que têm como alvo escritórios de advocacia e médicos em Los Angeles, Miami e Filadélfia ainda estão pendentes. Unsplash

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “Justiça de NY rejeita ação da Uber que acusa advogados…”?
A Uber sofreu um revés em uma série de ações judiciais que moveu contra advogados especializados em danos pessoais em quatro Estados dos EUA, após uma juíza indeferir sua ação contra três escritórios de advocacia em…
Por que Internacional importa agora?
O tema impacta decisões e debates cotidianos ligados a Internacional. A redação destaca fatos, datas e implicações práticas sem substituir orientação profissional personalizada.
Quem edita o conteúdo do Estrato Tech?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Tech, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://tech.estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://tech.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://tech.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
Onde acompanhar a política editorial do Estrato Tech?
Metodologia, ética e transparência estão em https://tech.estrato.cc/metodologia/, https://tech.estrato.cc/etica-editorial/ e https://tech.estrato.cc/politica-editorial/.
Como o Estrato trata temas sensíveis (YMYL)?
Temas que afetam dinheiro, saúde e bem-estar recebem revisão editorial reforçada, disclaimer visível e links para páginas institucionais de metodologia e correções. Portal: https://tech.estrato.cc/
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Giulia Martins

Giulia Martins

Giulia Martins integra a equipe editorial do Estrato Tech, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Consumo tech. O escopo permanente de cobertura inclui gadgets e plataformas, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário