INOVAÇÃO · IA E PRODUTOS

Sabia que o Windows tem um identificador universal? Entenda para que ele serve

A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo . O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema opera

A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo. O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema operacional, mas também pode ser usado por agências de segurança para monitorar e vincular uma pessoa a um computador, por exemplo.

O “CPF do Windows” recebe o nome de Identificador Global de Dispositivos (GDID, na sigla em inglês) e não pode ser removido: o registro é criado ao configurar um computador novo ou acessar uma conta Microsoft. 

O código é atrelado ao aparelho e armazenado localmente, mas a MS pode acessá-lo nos relatórios recebidos sobre o dispositivo, de acordo com o site Windows Latest.

A medida levanta algumas preocupações sobre privacidade, visto que não existe uma tela de consentimento sobre o processo ou algum caminho para ocultar os dados. Por outro lado, reforça um uso da MS em apurações policiais.

Identificador foi usado em investigação do FBI

O GDID veio à tona após ser usado durante uma investigação do FBI (agência de segurança dos EUA) para encontrar um hacker chamado Peter Stokes, acusado de participar de um grupo responsável por invadir os sistemas de uma loja de joias de luxo dos EUA.

O identificador sinalizou que Stokes fez diversas ações em países diferentes usando o mesmo computador com Windows, o que possibilitou uma operação para localizá-lo.

A Microsoft não comentou os desdobramentos do GDID publicamente e não ofereceu mais informações além do conteúdo mencionado na denúncia do FBI. 

Confira algumas dicas que podem deixar o Windows mais seguro contra invasões.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Pontos-chave

  • A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo.
  • O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema operacional, mas também pode ser usado por agências de segurança para monitorar e vincular uma pessoa a um computador, por exemplo.
  • O “CPF do Windows” recebe o nome de Identificador Global de Dispositivos (GDID, na sigla em inglês) e não pode ser removido: o registro é criado ao configurar um computador novo ou acessar uma conta Microsoft.  O código é atrelado…
  • A medida levanta algumas preocupações sobre privacidade, visto que não existe uma tela de consentimento sobre o processo ou algum caminho para ocultar os dados.

Síntese

Em síntese, “Sabia que o Windows tem um identificador universal? Entenda para que ele…” reúne os seguintes desdobramentos: Por outro lado, reforça um uso da MS em apurações policiais. Identificador foi usado em investigação do FBI O GDID veio à tona após ser usado durante uma investigação do FBI (agência de segurança dos EUA) para encontrar um hacker chamado Peter Stokes, acusado de participar de um grupo responsável por invadir os sistemas de uma loja de joias de luxo dos EUA. O identificador sinalizou que Stokes fez diversas ações em países diferentes usando o mesmo computador com Windows, o que possibilitou uma operação para localizá-lo. A Microsoft não comentou os desdobramentos do GDID publicamente e não ofereceu mais informações além do conteúdo mencionado na denúncia do FBI.  Confira algumas dicas que podem deixar o Windows mais seguro contra invasões.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “Sabia que o Windows tem um identificador universal? Entenda para…”?
A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo . O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema opera
O que a matéria explica sobre “Identificador foi usado em investigação do FBI”?
A seção “Identificador foi usado em investigação do FBI” organiza o contexto de IA e produtos com fatos e implicações práticas destacados pela redação.
O que a matéria explica sobre “Pontos-chave”?
A Microsoft confirmou que o Windows tem um código identificador global para cada dispositivo.O recurso é usado para monitorar o licenciamento do sistema operacional, mas também pode ser usado por agências de segurança para monitorar e vincular uma pessoa a um computador,…
O que a matéria explica sobre “Síntese”?
Em síntese, “Sabia que o Windows tem um identificador universal? Entenda para que ele…” reúne os seguintes desdobramentos: Por outro lado, reforça um uso da MS em apurações policiais. Identificador foi usado em investigação do FBI O GDID veio à tona após…
Quem edita o conteúdo do Estrato Tech?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Tech, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://tech.estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://tech.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://tech.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Amanda Siqueira

Amanda Siqueira

Amanda Siqueira integra a equipe editorial do Estrato Tech, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Startups. O escopo permanente de cobertura inclui venture e produtos, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário