ECONOMIA

Projeções para receitas foram influenciadas por redução de projeções de alta do PIB e inflação, diz Moretti

As projeções para receitas foram influenciadas pela redução das estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação,…

As projeções para receitas foram influenciadas pela redução das estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação, disse nesta quinta-feira (24) o ministro do Planejamento, Bruno Moretti. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, acrescentou que os créditos extraordinários de subvenção aos combustíveis também ajudam a consumir espaço fiscal para efeitos de resultado primário, o que ajuda a explicar a necessidade de contingenciamento.
Ceron disse, ainda, que o governo não havia feito uma revisão mais forte para baixo da tributação do Imposto de Renda (IR) sobre dividendos antes porque a decisão judicial permitiu a distribuição até abril, o que demandou um acompanhamento da execução orçamentária após essa data.
Do lado das despesas, o principal destaque no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas desta quinta foi a queda de R$ 11,5 bilhões nas despesas da Previdência. Além disso, há expectativa de redução de R$ 4,1 bilhões nos gastos com pessoal.
A projeção de gastos com BPC, por sua vez, ficou R$ 1,8 bilhão menor. A redução de alguns itens de despesa obrigatória com controle de fluxo ajudou a abrir espaço para o reajuste do Bolsa Família, disse. Esse grupo de gastos aumentou R$ 3,1 bilhões, mesmo após acomodar os R$ 5,8 bilhões do reajuste.
Por outro lado, Moretti afirmou que R$ 24 bilhões continuarão impedidos para uso, devido ao faseamento – medida de contenção adicional que impede a utilização de recursos, para haver margem caso haja necessidade de novos bloqueios ou contingenciamentos.

Ministro do Planejamento, Bruno Moretti
Daniel Fagundes/Valor

Fonte: Valor Econômico

Pontos-chave

  • As projeções para receitas foram influenciadas pela redução das estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação, disse nesta quinta-feira (24) o ministro do Planejamento, Bruno Moretti.
  • O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, acrescentou que os créditos extraordinários de subvenção aos combustíveis também ajudam a consumir espaço fiscal para efeitos de resultado primário, o que ajuda a explicar a necessidade de contingenciamento.
  • Ceron disse, ainda, que o governo não havia feito uma revisão mais forte para baixo da tributação do Imposto de Renda (IR) sobre dividendos antes porque a decisão judicial permitiu a distribuição até abril, o que demandou um acompanhamento da…
  • Do lado das despesas, o principal destaque no relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas desta quinta foi a queda de R$ 11,5 bilhões nas despesas da Previdência.

Síntese

Em síntese, “Projeções para receitas foram influenciadas por redução de projeções de alta do…” reúne os seguintes desdobramentos: Além disso, há expectativa de redução de R$ 4,1 bilhões nos gastos com pessoal. A projeção de gastos com BPC, por sua vez, ficou R$ 1,8 bilhão menor. A redução de alguns itens de despesa obrigatória com controle de fluxo ajudou a abrir espaço para o reajuste do Bolsa Família, disse. Esse grupo de gastos aumentou R$ 3,1 bilhões, mesmo após acomodar os R$ 5,8 bilhões do reajuste. Por outro lado, Moretti afirmou que R$ 24 bilhões continuarão impedidos para uso, devido ao faseamento – medida de contenção adicional que impede a utilização de recursos, para haver margem caso haja necessidade de novos bloqueios ou contingenciamentos.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

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Giulia Martins

Giulia Martins

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