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Começa julgamento que acusa Meta de tornar menores dependentes de redes sociais como Instagram e Facebook

Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026 REUTERS/Daniel Cole/Foto de…

Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026 REUTERS/Daniel Cole/Foto de arquivo A Meta, dona do Instagram e do Facebook, começa a enfrentar nesta quarta-feira (12) um processo movido por procuradores-gerais dos Estados Unidos que acusam a empresa de projetar suas redes sociais deliberadamente para gerar dependência entre crianças e adolescentes. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O caso reúne ações iniciadas em 2023 por cerca de 30 estados americanos e pode se tornar um dos principais processos já movidos contra uma empresa de redes sociais por seu impacto sobre a saúde mental e a segurança de menores. Meta enfrenta milhares de processos nos EUA e multas somam quase R$ 3 bilhões Nesta quarta, será realizada a seleção do júri no Tribunal Federal de Oakland, próximo a San Francisco, na Califórnia. As audiências estão previstas para começar em 18 de agosto e devem durar seis semanas, até o fim de setembro. O veredicto é esperado para o início de outubro. LEIA TAMBÉM Meta é condenada a pagar R$ 2,9 bilhões para estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes Os procuradores-gerais da Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey representarão os estados no julgamento. Eles pedem mudanças e restrições significativas no funcionamento do Instagram e do Facebook para menores, além de sanções que podem chegar a US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,22 trilhões). O valor é próximo à capitalização de mercado da própria Meta, que superou US$ 1,5 trilhão (R$ 7,74 trilhões) na sexta-feira. O fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, está entre as principais testemunhas que a acusação pretende chamar para depor. Há seis meses, ele também prestou depoimento em outro processo julgado em Los Angeles. A Meta já sofreu duas condenações neste ano. Em uma delas, foi condenada, junto com o YouTube, a pagar US$ 6 milhões (R$ 30,97 milhões) a uma adolescente de Los Angeles. Em outro caso, a empresa recebeu uma condenação de US$ 1 bilhão (R$ 5,16 bilhões) em multas e indenizações no estado do Novo México. *Com informações da AFP

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Sobre o que trata “Começa julgamento que acusa Meta de tornar menores dependentes de…”?
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Giulia Martins

Giulia Martins

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